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Sexta-feira, 19 de Maio de 2017

A circunstância

No silêncio do meu bem estar, premaneço. Vozes dentro e fora de quando em quando. A noção de tarefas por cumprir, comparada com o tempo em que as mesmas eram completas em poucas horas. A ausência de forças para sair do casúlo onde me completo. Uma breve sonolência me tira o esforço. Penso em escrever sobre a velhice, mas desisto para não entrar na "floresta" e perder-me. Os novos beijam e abraçam o aspeto. O médico jovem e afável, é o primeiro a juntar doença com o tempo vivido, tornando a consulta numa trágica comédia para enganar o "cigano", cuja vida, somando três vezes a dele, apenas ri para fazer coro. E cada dia é outra novidade. Assim, temos de caminhar juntos, uns mais lúcidos do que outros, olhando-nos ao espelho de cada um e de todos. E rindo, como se nada fosse. Como se ela, a da foice, não estivesse ali, ombro a ombro, rindo connosco. 


publicado por velhoparafuso às 11:23

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Segunda-feira, 8 de Maio de 2017

O que me falta

Quando penso que penso certo, aparecem-me tantas dúvidas que desisto de pensar. É parvoice minha tentar encontrar alguma lógica entre o racional e o emotivo. Até por saber como é impossivel decifrar com palavras os próprios sentimentos e que portanto a lógica e o racional são cartas fora do baralho se ousarmos meter tudo no mesmo saco. Todo este preâmbulo serve para explicar de mim para mim (sem lógica alguma) porque sinto mágoa e um vazio tremendo na minha vida. Racionalmente tudo está  como deve estar e assim devo aceitar o que é. Mas há gitos e choros no mesmo espaço da razão. E muitas dúvidas tecidas com a ângustia de ser eu, tão pequeno e inútil, quando queria ser um Eu, ligado ao Ser. Procurando O caminho em lágrimas e fome, vou respirando os meus dias.


publicado por velhoparafuso às 18:39

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Quinta-feira, 27 de Abril de 2017

Iniciar novo trabalho

Como todos os que escrevem também eu falo de mim em cada palavra, em cada frase. Há uma varidade de situações que misturam o real e o imaginário, não sendo possivel, por vezes, assumir o que já se conhece. E como a distância, no tempo, altera o que foi, é o imaginário que prevalece. O tempo do tempo habita em mim como um cavalo à solta, dentro dos escassos limites de que disponho. Assumidamente procuro a porta no meu interior que me leve à descoberta desse campo imenso que a todos nos liga ao infinito futuro/passado, como os contos de fadas e duendes dos livros de outrora. Para iniciar um novo livro disponho de um projeto, que o tal tempo dentro do tempo talvez não permita concluir. A saúde vai falhando, a disposição também. Freio no cavalo não é possivel. Apagar a esperança também não.


publicado por velhoparafuso às 11:29

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Domingo, 23 de Abril de 2017

Primavera sem graça

Quando converso com alguém, conversar mesmo, não sei distinguir se o meu prazer é ouvir o outro ou ouvir-me. O egoísmo natural que nos faz vaidosos de nós mesmos, é em mim exagerado e dificil de controlar. Fico triste e acuso-me de egocentrismo por querer usar na conversa assuntos que me são agradáveis e nada dizem às pessoas presentes. Tento corrigir esta falta de delicadeza, o que me leva a um silêncio parecido com "fim de conversa" ou falta de interesse pelos assuntos focados. Como eu gostava de saber corrigir o que tenho de errado neste labirinto que são as releções humanas...!


publicado por velhoparafuso às 11:07

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Sábado, 8 de Abril de 2017

O "Clubissimo"

Foi impresso o terceiro jornal, cujos conteudos, muito variedos, permitem uma leitura leve e interessada.A ideia de obter de muitas pessoas o que cada um pode dar, desde anedotas, poemas, desenhos, pequenas histórias de vidas e até conhecimentos cientificos, enriqueceu o projeto e colocou nas mãos dos responsáveis várias formas de concretização. Não quero citar nomes, pois não estou autorizada para isso, mas deixo aqui, em lugar público, a minha homenagem e o meu agradecimento pelo trabalho. Também eu vou procurar contribuir para que o Clubissimo seja uma referência no ambiente que todos disfrutamos. 


publicado por velhoparafuso às 14:45

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Analise

O Ser que há em mim quer utilizar o corpo que habita como o fazia há décadas: andar firme, fazendo parte do chão mas livre, ondulante, firme. Hoje, concentrada em cada passo, verifico como o corpo não obedece à firmeza do pensamento, procurando antes o equilibrio necessário à tarefa que lhe é imposta. Antagónicos, corpo velho e Ser intemporal, procuram com sabedoria e respeito, levar até ao fim esta união de Lei, pelo menos dando os passos necessários ao movimento. Permitir ao corpo, ajudando-o, a gozar este lado da Vida.  


publicado por velhoparafuso às 14:21

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Quinta-feira, 30 de Março de 2017

A ansiedade

Vem não sei de onde e porque vem ao entardecer. Claro que esta manifestação do nosso corpo emocional altera todo o corpo físico, tal como sentimos a dor, a pressão arterial alterada, etc, etc. Mas como controlar o que não se define? A vida está como há uma semana ou mais longe ainda. Mas o certo é que o medo vem com a ansiedade, medo de estar doente, de ir para o hospital e também de partir, porque não dize-lo. E aquela angustia cresce dentro de mim, enquanto estou a tentar não a viver, não a reconhecer. Haverá talvez uma causa e essa é o tempo que já vivi. Ou o que julgo viver, com atividade e alguma saúde. Estou a entrar num sistema de lamentos, em praça pública, que me desagrada e por isso vou terminar com pedido de desculpa pelo que escrevi.


publicado por velhoparafuso às 18:08

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Terça-feira, 21 de Março de 2017

As minhas primaveras

A primavera que ontem entrou é a minha octagéssima sétima primavera. Nem sei se escrevi bem as palavras, pois não me lembro de as ter escrito antes. Nem podia. Só agora atingi este número e com muita alegria por viver uma nova primavera. E, sendo hoje o dia mundial da Poesia, mais razão tenho em sentir felicidade e gratidão pela vida que me é concedida. Escrever um poema ou uma prosa poética seria um dever de ofício. Mas não tenho nada em mente, sinto-me vazia e preocupada com acontecimentos que não são meus e por isso devo respeitar. Até breve. 


publicado por velhoparafuso às 18:16

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Domingo, 12 de Março de 2017

O tempo e as horas

O tricot não acabado, o livro não publicado, o quadro não começado, os projectos dentro do tempo, o trabalho dentro das horas, o meu pensar sobre as coisas que vejo e as que construo e não  vejo, e o tempo que leva a vida e os dias que me consomem, como uma montanha que não sei subir mas quero subir. Tudo isto é confuso mas simples ao mesmo tempo. Basta fazer e não filosofar, simplesmente usar as horas e deixar o tempo correr. Velha sim, mas cheia de projectos, como se ainda tivesse espaço de manobra para encaixar os sonhos.


publicado por velhoparafuso às 16:49

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Quarta-feira, 8 de Março de 2017

Ao sol

 Cadeira de verga, repouso e conversa. A tarde é primaveril neste dia 8 de Março que, mundialmente, se catalogou como Dia da Mulher. Na troca de ideias, é evidente como muitas mulheres festejam este dia com satisfação. Para mim é um dia triste, porque não há o Dia do Homem?  Porque o mundo masculino faz o favor de votar para que exista um novo patamar que eleija aquelas que o pariram, alimentam e amam, até ao seu nível, até ser igual na diferença natural que nos é dada pela Vida. Trabalhei com um homem que afirmava que o cérebro das mulheres pesava menos e por isso nunca poderiam ter as mesmas responsabilidades e profissões. Mais tarde foi meu subordinado e faleceu antes de ver mulheres nas Forças Armadas, o que seria a revolta total. Mas ficaram milhões por este Paìs fora a pensar igual. No casamento é a mulher que fica com o nome de outra família quando a lei já permite que o homem use o nome de familia da sua noiva. Somos nós, mulheres e não eles, que devem exigir o respeito e a valorização que a humanidade necessita para sermos todos humanos.


publicado por velhoparafuso às 14:58

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