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Quinta-feira, 30 de Março de 2017

A ansiedade

Vem não sei de onde e porque vem ao entardecer. Claro que esta manifestação do nosso corpo emocional altera todo o corpo físico, tal como sentimos a dor, a pressão arterial alterada, etc, etc. Mas como controlar o que não se define? A vida está como há uma semana ou mais longe ainda. Mas o certo é que o medo vem com a ansiedade, medo de estar doente, de ir para o hospital e também de partir, porque não dize-lo. E aquela angustia cresce dentro de mim, enquanto estou a tentar não a viver, não a reconhecer. Haverá talvez uma causa e essa é o tempo que já vivi. Ou o que julgo viver, com atividade e alguma saúde. Estou a entrar num sistema de lamentos, em praça pública, que me desagrada e por isso vou terminar com pedido de desculpa pelo que escrevi.


publicado por velhoparafuso às 18:08

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Terça-feira, 21 de Março de 2017

As minhas primaveras

A primavera que ontem entrou é a minha octagéssima sétima primavera. Nem sei se escrevi bem as palavras, pois não me lembro de as ter escrito antes. Nem podia. Só agora atingi este número e com muita alegria por viver uma nova primavera. E, sendo hoje o dia mundial da Poesia, mais razão tenho em sentir felicidade e gratidão pela vida que me é concedida. Escrever um poema ou uma prosa poética seria um dever de ofício. Mas não tenho nada em mente, sinto-me vazia e preocupada com acontecimentos que não são meus e por isso devo respeitar. Até breve. 


publicado por velhoparafuso às 18:16

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Domingo, 12 de Março de 2017

O tempo e as horas

O tricot não acabado, o livro não publicado, o quadro não começado, os projectos dentro do tempo, o trabalho dentro das horas, o meu pensar sobre as coisas que vejo e as que construo e não  vejo, e o tempo que leva a vida e os dias que me consomem, como uma montanha que não sei subir mas quero subir. Tudo isto é confuso mas simples ao mesmo tempo. Basta fazer e não filosofar, simplesmente usar as horas e deixar o tempo correr. Velha sim, mas cheia de projectos, como se ainda tivesse espaço de manobra para encaixar os sonhos.


publicado por velhoparafuso às 16:49

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Quarta-feira, 8 de Março de 2017

Ao sol

 Cadeira de verga, repouso e conversa. A tarde é primaveril neste dia 8 de Março que, mundialmente, se catalogou como Dia da Mulher. Na troca de ideias, é evidente como muitas mulheres festejam este dia com satisfação. Para mim é um dia triste, porque não há o Dia do Homem?  Porque o mundo masculino faz o favor de votar para que exista um novo patamar que eleija aquelas que o pariram, alimentam e amam, até ao seu nível, até ser igual na diferença natural que nos é dada pela Vida. Trabalhei com um homem que afirmava que o cérebro das mulheres pesava menos e por isso nunca poderiam ter as mesmas responsabilidades e profissões. Mais tarde foi meu subordinado e faleceu antes de ver mulheres nas Forças Armadas, o que seria a revolta total. Mas ficaram milhões por este Paìs fora a pensar igual. No casamento é a mulher que fica com o nome de outra família quando a lei já permite que o homem use o nome de familia da sua noiva. Somos nós, mulheres e não eles, que devem exigir o respeito e a valorização que a humanidade necessita para sermos todos humanos.


publicado por velhoparafuso às 14:58

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Terça-feira, 7 de Março de 2017

O medo existe

 

É como estar à beira de um penhasco,

com o vento sul trazendo frio e chuva.

Tudo é violento. O mar uivando em baixo,

o rebentar das ondas contra o corpo

e o corpo a tombar como quem foge.

É como estar à porta sem entrar,

ignorando que passo será dado.

Não enxerga ainda o outro lado,

mas sente o vento à beira do penhasco

e a alma pedindo apoio ao deus do mar.


publicado por velhoparafuso às 16:15

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Sábado, 4 de Março de 2017

O dia sem graça

Venho comentar alguma ideia ou apenas encher de palavras a página branca? Ou vou deixar aqui a imagem da minha vida medíocre, com laivos de algo maior que penso que sou? È mesmo assim, supor que algo nos engrandece e estimula uns dias e outros dias deixa-nos em ondas de tristeza, com a certeza de ser inferior a tudo quanto existe. Hoje serei a pessoa de ontem? Não sei de mim.


publicado por velhoparafuso às 18:49

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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017

Ainda a menina

Foi me dado viver mais uma janela do tempo. Por ela entrei no futuro ao contemplar o pequeno ser dormindo ao colo da mãe. Todos em redor, convergindo para ela os sentimentos de amor que ali nos juntou. Para mim foi uma experiência maravilhosa e que há muito tempo não vivia. Quem será esta Patricia, quem será esta alma, que aqui na terra se manifestará? Pensar sobre tudo isto aumenta a sensação de felicidade que agora sinto. Que viva feliz, é tudo que lhe desejo.


publicado por velhoparafuso às 18:43

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Sábado, 18 de Fevereiro de 2017

A minha bisneta

O tempo enganou-me. Quando já não esperava ver uma criança na família aparece a Paricia para alegrar este pequeno mundo. Somos  poucos  e era com alguma dor não ver uma criança no meio de nós. Que todas as graças a rodeiem é o que eu mais desejo. Já tem três dias. Mãe e filha são agora o nosso cuidado e a nossa alegria. Pelas fotos parece-me bonita ou estarei traida pelos sentimentos de avó? O tempo. sempre o tempo, será quem tudo esclarecerá. Eu apenas gozo uma nova fase  desta vida longa e feliz.


publicado por velhoparafuso às 12:06

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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2017

O meu dia impossivel

Há vinte anos não desejava viver até 2017. Porque seria muito velha, porque um seria alguém sem saber de si, dependente e triste. Este ano nem sequer era viável no meu futuro. Era um número sem tempo, porque eu já não era. Mas a vida decide tudo e como diz o povo, dá muitas voltas. E cá estou, átiva e lúcida, com energia suficiente para pensar e fazer coisas novas em cada dia. Alimento-me de quem me rodeia, da família do coração e dos amigos e de todos os outros que me estão próximos no dia a dia. Para além de tudo, sinto em mim algo maior que me ampara. A gratidão faz parte de tudo quanto recebo. E esse sentimento enche de alegria cada hora vivida. Estes desabafos não interessam a ninguém, é como entrar num diário secreto, escrito num livro atado com uma fitinha vermelha. Como quando era criança e não sabia o que era a velhice. Agora, que penso na morte, no tempo longo que vivi e no tempo curto que me resta, escrevo palavras para compor a sensação de estar aqui.


publicado por velhoparafuso às 17:46

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Sábado, 4 de Fevereiro de 2017

Os comentários

A ouvir "O Mar" de Debussy, recordo o comentário jocoso sobre esta obra, que alguém que não a apreciava, me atirou com o desprezo na voz: isso são os carapaus a cantar? Guardei até hoje e por aqui se vê como somos diferentes até na forma de discordar. Eu talvez não manifestasse assim e o mais certo seria o silêncio. Não sei porque estou a escrever sobre isto quando a música me deleita neste momenro. Ouvir e sentir ao mesmo tempo prazer e felicidade é um bem supremo. De tudo isto entendemos que esse bem está dentro de nós, da Vida que vivemos e não pode ter fim. Todas estas pessoas que tocam numa orquestra , estão iluminadas no saber e prazer de tocar um instrumento que amam. Esse amor permite-lhes interpretar um compositor, dando ao ouvinte a felicidade que eu sinto agora. Como terminar este texto? Com um simples Fim.


publicado por velhoparafuso às 18:06

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