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Sábado, 18 de Fevereiro de 2017

A minha bisneta

O tempo enganou-me. Quando já não esperava ver uma criança na família aparece a Paricia para alegrar este pequeno mundo. Somos  poucos  e era com alguma dor não ver uma criança no meio de nós. Que todas as graças a rodeiem é o que eu mais desejo. Já tem três dias. Mãe e filha são agora o nosso cuidado e a nossa alegria. Pelas fotos parece-me bonita ou estarei traida pelos sentimentos de avó? O tempo. sempre o tempo, será quem tudo esclarecerá. Eu apenas gozo uma nova fase  desta vida longa e feliz.


publicado por velhoparafuso às 12:06

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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2017

O meu dia impossivel

Há vinte anos não desejava viver até 2017. Porque seria muito velha, porque um seria alguém sem saber de si, dependente e triste. Este ano nem sequer era viável no meu futuro. Era um número sem tempo, porque eu já não era. Mas a vida decide tudo e como diz o povo, dá muitas voltas. E cá estou, átiva e lúcida, com energia suficiente para pensar e fazer coisas novas em cada dia. Alimento-me de quem me rodeia, da família do coração e dos amigos e de todos os outros que me estão próximos no dia a dia. Para além de tudo, sinto em mim algo maior que me ampara. A gratidão faz parte de tudo quanto recebo. E esse sentimento enche de alegria cada hora vivida. Estes desabafos não interessam a ninguém, é como entrar num diário secreto, escrito num livro atado com uma fitinha vermelha. Como quando era criança e não sabia o que era a velhice. Agora, que penso na morte, no tempo longo que vivi e no tempo curto que me resta, escrevo palavras para compor a sensação de estar aqui.


publicado por velhoparafuso às 17:46

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Sábado, 4 de Fevereiro de 2017

Os comentários

A ouvir "O Mar" de Debussy, recordo o comentário jocoso sobre esta obra, que alguém que não a apreciava, me atirou com o desprezo na voz: isso são os carapaus a cantar? Guardei até hoje e por aqui se vê como somos diferentes até na forma de discordar. Eu talvez não manifestasse assim e o mais certo seria o silêncio. Não sei porque estou a escrever sobre isto quando a música me deleita neste momenro. Ouvir e sentir ao mesmo tempo prazer e felicidade é um bem supremo. De tudo isto entendemos que esse bem está dentro de nós, da Vida que vivemos e não pode ter fim. Todas estas pessoas que tocam numa orquestra , estão iluminadas no saber e prazer de tocar um instrumento que amam. Esse amor permite-lhes interpretar um compositor, dando ao ouvinte a felicidade que eu sinto agora. Como terminar este texto? Com um simples Fim.


publicado por velhoparafuso às 18:06

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Domingo, 29 de Janeiro de 2017

Domingo de Janeiro

Os dias de chuva são sempre tristes, mesmo quando ela é necessária. Sem o sol a que estamos habituados parece que o dia é uma noite clara, uma noite que leva a alma para além da alegria de viver. Enrolada nas indesições, fico parada a tentar encontrar-me neste poço sem fundo que todos nós somos. Desde a leitura, que neste livro de Zimler é uma benção, até escrever ou desenhar, tudo me parece fraco e pouco apelativo. Cadé o sol? Sem ele, eu não sou eu, pelo menos hoje. Neste cinzento das nuvens só encontro uma barreira de frio, de humidade e de desconforto. Que falta fazem os abraços quentes daqueles que estão longe ou perto, não sei, daqueles que amo. È inverno, benvinda a chuva e todo o bem que traz consigo.


publicado por velhoparafuso às 17:42

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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017

Abraço

 Há acontecimentos que vamos querendo apagar da memória sem sucesso. Gritam que estão ali e querem ser relembrados, impondo uma presença incomoda. Alguns são do passado, quase da infância. Trazem uma tristeza enorme colada a si, parecem humanos carentes de amor e compaixão. Em lugar de tentar esquece-los, talvez trazê-los ao presente, ligando-os a outros que nos atormentam agora. Sendo de natureza identicos, quem sabe se não há ligação entre eles? Só os anos vividos podem dar esta visão que a experiência acumulada nos ensina. Para limparmos o nosso corpo emocional das teias negativas que nele se instalam, temos de o trazer à luz, ou seja à lembrança plena dos acontecimentos, sem os julgar compreendendo-os. E perceber que o que foi, foi mesmo assim, pois não podia ter sido de outra forma. Tudo é energia e na ocasião era aquela que viviamos. A de hoje é já outra, por isso aquelas atitudes ou factos nos parecem infelizes e tistes. É muito vulgar ouvir a frase: eu hoje nâo faria aquilo.

 


publicado por velhoparafuso às 17:09

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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2017

Amar o Amor

  Um campo de alfazema, uma planicíe sem fim, de cor lilás ao sol da manhã. No meu sonho era o meu lugar. Então vi-Te, Yeshua. Não sei pronunciar o Teu nome antigo mas sei dizê-lo no meu coraçâo. Nunca escrevi tal palavra, agora copiada do texto de um escritor americano que vive em Portugal. E a memória trouxe-me o sonho da Tua primeira chamada. Enquanto eu dormia e morava no campo de alfazema, entraste no meu sono e lá implantaste o sonho que me levou a Ti. Ergueste a mão direita num movimento de chamar e eu não entedi porque estava no sono. Anos depois voltaste. Continuei na minha vidinha adormecida, apenas um pouco mais desperta. E não voltei a ver-te nem Te procurei. Yeshua, li-te onde não esperava e em segundos estavas de novo comigo. Agora abstração sem campo de alfazema. Tenho de pensar sobre sobre nós para Te entender em mim. Talvez eu ame o Amor e não saiba como fazê-lo viver entre nós.


publicado por velhoparafuso às 17:43

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Sábado, 31 de Dezembro de 2016

A viagem

A nossa nave espacial, onde todos viajamos à volta do sol e nem pensamos que o transporte se desloca a milhares de quilometros por segundo, voltou a um principio/fim que a humanidade estabeleceu como certos. Marcou-se um local e a respectiva hora e como a "nave" é superior aos nossos conceitos continuou como sempre foi. Assim passou 2016, festejado que foi como sempre sâo os anos novos.. E se a nave fosse mais rápida de ano para ano? Ou o contrário? Como seriamos nós e onde estariamos? Gosto de pensar nestas hipóteses porque faço ficção cientifica como se sonhasse. E sonhar é bom e imaginar ainda é melhor. A criatividade é uma Graça, é um átomo divino inserido em todos os humanos. Desejo, por isso a todas as pessoas, que se inventem e se divirtam com as Graças que a Vida lhes deu.         


publicado por velhoparafuso às 18:11

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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2016

Onde eu estou

 Folheio o tempo como um livro precioso, onde as páginas mostram os locais vividos através dos meus sentidos. Vejo-me numa paragem de autocarro, vibro com o odor do bom café de Timor, servido na Casa Chinesa na Rua do Ouro, sinto a vibração do velho cacilheiro até Cacilhas, para almoçar a caldeirada no Ginjal, tudo guardado no livro do tempo com alegria e amor pela vida. Encontro páginas em branco e outras com as desilusões e traumas e algumas traições cuja amargura ainda prevalece. Também me vejo a errar no juizo e no engano. E, folhiando o tempo, eu agradeço as boas e as más horas que vivi, muito solitária mas muito amada também. Solitária porque me responsabilisei por todos os actos que pratiquei, deixando as consequências servirem de lição.E continuo a preencher o livro até que o fim seja real. Por agora, de tanto imaginar, até parece que já o conheço. Graças à memória, tudo é praseiroso, tirando o melhor de situações duvidosas. Em família, com a Patricia ainda a crescer no milagre da Vida, estive feliz.


publicado por velhoparafuso às 18:52

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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016

Carta a São Nicolau

A transformação do Natal com o Presépio e todos os seus mitos, deu-se nos EUA com a publicidade que a Coca cola fez, criando um velho de barbas brancas, nascido na Lapónia, que oferecia um saco cheio de garrafas a quem encontrava pelo caminho. Pouco a pouco melhorou o cartaz até atingir a figura que hoje conhecemos. Inventado o Pai Natal, que para muitos críticos nada tem de espírito natalicio, pois apenas atrai o consumo, com algum cinismo à mistura, anexaram-lhe o antigo bispo de Myra, situada na Asia Menor, onde hoje é a Turquia. Foi um homem tâo bom que a Igreja lhe atrbuiu a santidade. Faleceu no sec. IV e os seus restos mortais estão em Bari, na Itália. Portanto, podemos perguntar, o que tem em comum o pai natal vermelho e branco com um homem bondoso, a quem são atribuidas graças e talvez milagres, nascido há 17 séculos? Aqui entra o meu medo e quase raiva ao poder do dinheiro, da publicidade e da ignorância. O Natal não é isto. O Natal é a Vida Nova, a alegria, o amor. O símbolo é outro, nunca uma loja cheia para comprar bens que não enchem a alma.


publicado por velhoparafuso às 17:33

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Sábado, 10 de Dezembro de 2016

E agora Maria?

Assim me perguntava o meu Pai quando eu me metia em sarilhos. Fazia tudo para que a decisão fosse minha. Não sendo, muitas vezes ficava por resolver, explicando que cada coisa tem o seu tempo. Muitas vezes percebi que todo ele era dúvidas, ignorância e uma certa preguiça perante a minha pressa em  resolver e fazer. Essa pressa ainda hoje me atrapalha, pois para mim é tudo para ontem ou já é atrazo. É defeito e tento corrigi-lo. Mas "o agora" é mais importante. Hoje sei como tudo pode ser mágico ou noutra perpestiva, ser uma tristeza. Vivo na primeira. A magia abarca o local, os contactos, as distrações e tudo que eu queira imaginar. Há pouco utilizei o Sikpe para falar com uma amiga que vive longe. Ter estas facilidades e viver nelas é mesmo magia. Também é magia ter a mesa posta e o prato cheio. E é magia criar magia em cada "agora" que estou vivendo.


publicado por velhoparafuso às 17:46

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