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Sábado, 11 de Novembro de 2017

O que eu quero de mim?

Posso ser presunçosa, posso iludir-me e até posso ser uma idiota ao julgar que cheguei ao lugar de sonho. E o que é este lugar? Apenas uma consciência mais alargada, de forma a entender melhor o caminho e os seus entraves. Refiro-me ao caminho evolutivo que nós devemos percorrer em cada vida, com a plena certeza de que atingiremos a sua Origem, depois de milhares de experiências e muitos sofrimentos. Quanto a isto, já estou vivendo com alguma sabedoria, se se sofre ou nâo, como e porquê. Assim estou calma e convicta que posso dominar o medo, a ansiedade, etc, sentindo amor por tudo que me rodeia. Sei bem como este texto pode ser ridículo para aqueles que o lerem e que não sintam como eu o Poder do Universo. Há pensamentos que movimentam as nossas vidas e somos nós que os transformamos dentro de nós, fazendo da alegria uma meta da Alma.


publicado por velhoparafuso às 17:54

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Terça-feira, 7 de Novembro de 2017

Viver e aprender

Que bom, chegou o frio...! Enfiar camisolas de lã, velhos sapatos, beber chá quente. Não tenho interesse em roupa nova, mas sinto-me bem com algumas muito usadas e muito lavadas. E assim, de acordo com a natureza, finjo que gosto do inverno e vivê-lo já será bom. Acendem as luzes mais cedo. O céu azul e rosa é engolido pela noite. A noite  traz medos, ansiedade, lembranças tristes. Como aquela em que te deixei ali. Também sei que nasci quase à meia noite, num inverno chuvoso, numa família triste. Todos julgaram que eu seria a sua primavera e com o que lhes dei, quem sabe se foi assim. Não gosto da noite porque aumenta as minhas limitações. Mesmo em nova, a noite era para dormir e pronto. E com a luz da manhã sou forte e abençoada. Espero amanhã acordar.


publicado por velhoparafuso às 18:01

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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2017

Atenta aos sinais

Agradeço teres respondido às minhas angústias através das palavras de uma amiga,  que me ensinou como, com sabedoria, se atravessam espaços e tempos difíceis de gerir. Aprendi ainda que pensar e sofrer por outrém é errado. Fizeste que eu entendesse que o alvo da minha preocupação estava bem, serena e autêntica, segurando os acontecimentos com firmeza. Também entendi a Tua presença e por isso não sofro mais. Neste conforto que me ampara, sinto a segurança da fé que não é cega, mas inteligentemente escrutinada. A razão tem um papel átivo nestas afirmações. Mas a gratidão que sinto também é Caminho para irmos para Casa.


publicado por velhoparafuso às 16:23

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Sábado, 14 de Outubro de 2017

Saudades de mim

Uma tarde com algum calor e céu cinzento. O conforto a fazer do dia um agradecimento total. O que sou hoje vem do tempo em eu comecei a acreditar numa vida futura e para ela me destinei sem dúvidas. Abri ainda mais todos . os sentidos para nao me agarrar a nada exceto as pessoas, com amizade e misericórdia. Nada é calculado pois a Vida é uma surpresa diária. Mas quando me vejo em tempos passados, enérgica, autoritária, decidida, vivendo do meu esforço e conseguindo ultrapassar as agruras do meu caminho, sinto saudades de mim. Hoje sou débil, pedindo carinho e compreensao para cada passo, embora ainda possa dominar a minha vida. Na escrita encontro a sabedoria que as palavras possuem. Oxalá possa entende-las melhor.


publicado por velhoparafuso às 15:09

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Terça-feira, 10 de Outubro de 2017

Um dia diferente

Recebi a tua carta. Vesti a blusa nova. Deste-me a tua mão e entrámos pela porta do domingo para viver a semana inteira. Não havia cidade nem caminhos, só domingo cheio de sombras em movimento. Para mim pensei - estarei a ser levada ou sou eu que contolo? - Não sabia nada de nada. Mas a tua mão e só ela me levava, domingo dentro, quente e feliz. A carta ia fechada e eu sabia como era bom quando a carta chegava. O coração ficava leve. Não era necessário ler uma carta de amor.Dentro do domingo onde me levas, tão devagar que me sinto sem espaço e sem tempo? Juntos somos nós de novo ou seremos outros julgamo-nos nós? Não respondes às dúvidas. Para quê estes pensamentos dispersos se nada é real nesta minha vida.


publicado por velhoparafuso às 15:40

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Quarta-feira, 4 de Outubro de 2017

Intemporal

...atrás do vento

batem as asas dos pássaros

uma cortina de nevoeiro

tolda a visão dos deuses.

Para além do vento

espera-me a onda

que me irá afogar

no oceano do tempo.

Sem esperança,

não sei se isto é poema

ou se estou a sonhar.

 


publicado por velhoparafuso às 17:39

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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2017

A estrada

A criança entendeu que existia um caminho. Por ali foi até que encontrou uma biforcação. Parou e pensou que escolhendo não teria ajuda de ninguém. Já sabia ler e contar e assim escreveu no chão de terra o seu primeiro pedido de ajuda. Esperou cantando. Uma nuvem desceu do azul e ficou sobre uma árvore. Em poucos minutos a ajuda apareceu na terra da estrada e dizia: só tu podes decidir a tua vida, portanto a minha ajuda é dizer-te que se escolheres o caminho da direita ficarás sempre em dúvida e se o da esquerda fosse melhor? O ser humano duvida da Vida, mas Ela sabe o que é bom para ti. Não tenhas medo, segue o teu coração. A criança havia adormecido. Acordou com a ideia de qual o caminho que devia escolher e nunca soube porquê.


publicado por velhoparafuso às 17:42

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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017

...

Estamos a caminho do inverno. Entra hoje o outono que eu amo, pela luz suave e pela cor das folhas e dos frutos.Mas os dias pequenos deixam nos corações alguma tristeza porque a noite já está atrás dos telhados, com pinceladas de vermelho até ao mar. Esta terra é fertil em cores, que vão buscar ao mar os brilhos do céu. Nesta prosa poética encontro palavras perdidas na memória e assim vou deduzindo que este gosto pela escrita sempre esteve presente na minha vida. E quando alguém, como hoje aconteceu, me estimula a continuar, sinto que não há erro nesta forma de felicidade. Cada frase tem um sentido e todos os sentidos são dádivas que eu recebo com humildade e alegria. O verão diluice no tempo


publicado por velhoparafuso às 16:32

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Domingo, 17 de Setembro de 2017

É só domingo

Por isso há visitas, almoços com gente nova e muitas crianças.  São netos e bisnetos em companhia aos que amam. Também recebo, mas pouco. Alegro-me por ver como é bom estas dádivas, recebidas de braços abertos. As semanas voam portanto há domingos repetidos dia sim dia não. Como vai longe o tempo em que não havia tempo, o domingo era o tempo da carne assada à mesa da avó Amália e logo havia um tempo muito longo de uma escola, sem fim nem alegria. Os transportes eram escassos. Adultos e crianças iam a pé em caminhos degradados, de casa em casa,  ora uma avó, ora outra, com ou sem vontade, visitando todos numa praxe social e também de amor. E o tempo passou sem pensar nele como hoje se pensa. O tempo de hoje vive dentro do tempo antigo, por vezes com saudade, por vezes com revolta. Tudo porque não sentíamos o tempo a sugar-nos, a levar-nos para um tempo novo, onde o lugar não existe e o tempo deixa de ser memória.


publicado por velhoparafuso às 14:52

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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017

Passear comigo

O céu de um azul índigo. A brisa da manhã suavisava o calor. Dia de verão, feito de conforto e de beatitude. Agradeci o transporte e fiquei só comigo. Somos tantos dentro e fora que pareço tonta. Mas o estar só comigo, no meio de gente, dá-me asas, faz-me feliz. Esqueço a idade mas vou devagar, amparo-me onde posso e decido. É aí que me encontro, na recordação das vivências, liberta de conselhos e de sugestôes. Escolhi o lugar para almoçar. Agradavelmente satisfeita, ouvi e analisei as pessoas que também almoçavam. Que diferença entre elas e eu quando trabalhava! Desde a roupa aos comportamentos, desde os assuntos até à linguagem, tudo parece outro mundo. A liberdade tem cheiro, tem som, tem cor. Estas pessoas não devem saber como o "parece mal" é castrador, é inibidor. Gostei de ver e de sentir como se vive à vontade com a vida.


publicado por velhoparafuso às 15:19

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