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Domingo, 17 de Setembro de 2017

É só domingo

Por isso há visitas, almoços com gente nova e muitas crianças.  São netos e bisnetos em companhia aos que amam. Também recebo, mas pouco. Alegro-me por ver como é bom estas dádivas, recebidas de braços abertos. As semanas voam portanto há domingos repetidos dia sim dia não. Como vai longe o tempo em que não havia tempo, o domingo era o tempo da carne assada à mesa da avó Amália e logo havia um tempo muito longo de uma escola, sem fim nem alegria. Os transportes eram escassos. Adultos e crianças iam a pé em caminhos degradados, de casa em casa,  ora uma avó, ora outra, com ou sem vontade, visitando todos numa praxe social e também de amor. E o tempo passou sem pensar nele como hoje se pensa. O tempo de hoje vive dentro do tempo antigo, por vezes com saudade, por vezes com revolta. Tudo porque não sentíamos o tempo a sugar-nos, a levar-nos para um tempo novo, onde o lugar não existe e o tempo deixa de ser memória.


publicado por velhoparafuso às 14:52

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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017

Passear comigo

O céu de um azul índigo. A brisa da manhã suavisava o calor. Dia de verão, feito de conforto e de beatitude. Agradeci o transporte e fiquei só comigo. Somos tantos dentro e fora que pareço tonta. Mas o estar só comigo, no meio de gente, dá-me asas, faz-me feliz. Esqueço a idade mas vou devagar, amparo-me onde posso e decido. É aí que me encontro, na recordação das vivências, liberta de conselhos e de sugestôes. Escolhi o lugar para almoçar. Agradavelmente satisfeita, ouvi e analisei as pessoas que também almoçavam. Que diferença entre elas e eu quando trabalhava! Desde a roupa aos comportamentos, desde os assuntos até à linguagem, tudo parece outro mundo. A liberdade tem cheiro, tem som, tem cor. Estas pessoas não devem saber como o "parece mal" é castrador, é inibidor. Gostei de ver e de sentir como se vive à vontade com a vida.


publicado por velhoparafuso às 15:19

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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017

Abre e vê

Assim me disse o Amigo que entregou um pequeno embrulho, com laço amarelo. Não abri e guardei para outro dia me alegrar. E dia após dia estive feliz porque tinha um brinde. Fui esquecendo e assim passaram anos. No fundo da gaveta brilhava o amarelo da fita chamando por mim. O Amigo, lá no céu ficou em silêncio até hoje, quando eu toquei naquele papel envelhecido. Abri. Uma pequena caixa branca desfez-se nos meus dedos e nada havia dentro dela Apenas um suave perfume me envolveu. A voz suave que não sei de onde vem disse: abriste e viste o conteúdo da mensagem. Agora procura a verdade na tua alma. Só o invisivel é teu e te faz feliz. Não sei explicar mas achei que estava no caminho.


publicado por velhoparafuso às 19:00

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Domingo, 3 de Setembro de 2017

Hábito ou necessidade

 Por três semanas estive sem acesso à rede. Senti uma falta estranha, uma inibição que me causou um sentimento dificil de definir, quase revolta, quase prisão. Depois resolvi gerir essa falta com um raciocínio simples: quantos anos vivi sem tal coisa? Pois não vou pensar que ela existe e usar o que tenho. Assim vi mais TV, escrevi sobre as minhas lembranças e analisei como nos submetemos a disfrutar o que vai surgindo ficando refens de cada novidade. Há muito que explicar sobre cada sentimento de dor ou de alegria. De nós, humanidade, tudo é possivel. Eu não sei responder a perguntas que a mim faço em cada dia que aqui estou. Estarei já condicionada por todas as alterações à vida que vivi? Talvez seja um hábito ou uma necessidade?  A lingua portuguesa é cheia de sofismas. Dificil é defini-los.


publicado por velhoparafuso às 15:17

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Sábado, 2 de Setembro de 2017

Lágrimas

Fim de um dia muito quente. Dificil respirar. Recuperar o ritmo cardíaco e confiar na noite. Chamas sobre tudo que arde, vento rodopiando ao capricho de uma natureza sem piedade. Emocionalmente dificil ouvir e ver o que a TV transmite. Portugal de rastos. Como obter o oxigénio necessário a tantos corpos? Quantas décadas para se repor o que se perdeu? E os riscos que se correm para salvar vidas, animais e bens? As perguntas não teem fim e a dor também não. Minha amada terra, quem dera entender os desígnios do destino de todos e de cada um, embora saiba que sou apenas uma formiga impotente neste profundo mistério.


publicado por velhoparafuso às 18:15

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Sábado, 12 de Agosto de 2017

Calor e coração

Fim de um dia muito quente. Dificil respirar. Recuperar o ritmo cardíaco e confiar na noite. Chamas sobre tudo que arde, vento rodopiando ao capricho de uma natureza sem piedade. Emocionalmente dificil ouvir e ver o que a TV transmite. Portugal de rastos. Como obter o oxigénio necessário a tantos corpos? Quantas décadas para se repor o que se perdeu? E os riscos que se correm para salvar vidas, animais e bens? As perguntas não teem fim e a dor também não. Minha amada terra, quem dera entender os desígnios do destino de todos e de cada um, embora saiba que sou apenas uma formiga impotente neste profundo mistério.


publicado por velhoparafuso às 19:11

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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017

...

Apetece um poema, talvez com gosto a mar

como se mar fosse uma palavra pequena,

ou com gosto a flor ou com gosto a eu,

um poema que me alegrasse e me levasse

a entrar em Casa caminho do céu,

um céu talvez inexistente,

onde a gente nadasse como no mar

e ali respirasse a beleza de viver.

Quem dera um poema que tivesse

o som e a singeleza de uma voz

esquecida que o tempo levou de mim.


publicado por velhoparafuso às 15:47

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Terça-feira, 1 de Agosto de 2017

Manhã de nada

Por vezes o presente é ilusório. Parece já vivido, sem onde nem quando. O acordar, quando igual a todos, entra na continuidade, apenas diferenciado por algumas tarefas monótonas mas indispensáveis. Assim, o tempo vai engolindo os projetos e a esperança de vida. Também a vida engole o tempo num sorvedouro sem fim e sem princípio. E só tomamos consciência desta ilusão quando estamos de volta ao novo começo. Meditar nele é benéfico. Ajustamo-nos à alma, engrandecendo a nova missão, se para ela tivermos preparados. O passado poderá ter sido justo e benéfico, mas a tal ilusão vivida altera a definição de futuro. Aceitar a ignorância em que vivemos é parte da pacificação que ambicionamos. Nesta filosofia de estudo diário vou tentando conhecer-me.


publicado por velhoparafuso às 10:46

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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017

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Podem ser letras. Talvez palavras. Se houver ideias, que tal celebrá-las em textos? E vamos vivendo enchendo páginas, tecendo um livro fantasioso com o objetivo de ser lido e quiçá, apreciado. A pobre vaidade humana deixa assim passar os dias, julgando que é útil para si esta forma de se realizar. Quanto mais me analiso e procuro a tal vida útil, mais me distancio destas atitudes. Mais me sinto vazia. Porque eu sei que não são estes os caminhos que me levam para Casa. A Casa de onde vim para ser algo que não sei se fui e fazer algo que não sei se fiz. Cegueira completa para estes olhos. Talvez luz quando ali chegar. Faz-me bem dar alguma poesia às letras, às palavras e às ideias e assim concluir mais um texto onde desabafo a dor de não saber o que sou.


publicado por velhoparafuso às 17:33

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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017

Ignorante

Verifico que há milhares de pessoas a escrever na net e muitos fazem-no para ganhar dinheiro e notoriedade. Como não sei como se faz, deixo aqui a vontade de aprender. Não pelos motivos que indiquei mas pela curiosidade que o assunto desperta. Atacam na política, na vida pessoal, na culinária, nas relações familiares, etc etc.E porque se ganha dinheiro com isto e porque se é notável por isto? Sei que também se faz publicidade a coisas de uso pessoal e admito que seja uma forma de chegar ao deus-dinheiro. Embora todos saibamos que há mais mentiras do que verdades neste mundo subterrâneo, deverá haver regras para atingir estes fins. É tudo muito confuso para mim. Eu escrevo por prazer e nunca para influenciar seja quem for. E os poucos assuntos que eu abordo, além dos meus, são tirados do dia a dia, de forma leve, dada a minha ignorância sobre eles. Há também as chamadas visualizações, que se contam às centenas. Fico pensando como se pode viver agarrado à web a ler montes de palermices que não devem ser imitadas, nem deviam se ensinadas.


publicado por velhoparafuso às 11:10

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