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Sábado, 7 de Julho de 2007

Dedicação à CASA MÃE - 7/7/07

                          Ouvi o bater das asas.

                          O ar moveu-se

                          e tombaram folhas

                          dos álamos.

                          Algumas cairam no rio.

                          A água subiu

                          e empurrou juncos

                          na margem.

                          Um pato sonolento

                           grasnou.

                          O som da mensagem

                          propagou-se.

                          O meu pensamento

                          elevou-se no espaço,

                          em busca de Deus.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado por velhoparafuso às 16:46

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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

As cartas que rasgámos

        No tempo em se comunicava escrevendo e respondendo, aperfeiçoando a letra, a côr da tinta, o vocabulário, a ortografia e tudo o mais que fazia de certas correpondêcias leituras deliciosas, havia uma cumplicidade quase perfeita entre as mãos que as entregavam e as que as recebiam. Uma carta podia ser um segredo revelado, uma mensagem de alegria ou de tristeza, podia ser um mundo para ambos os lados.

        Hoje ou é factura ou aviso e provém dos interesses ditados pelas obrigações que cada um aceitou cumprir.

        As cartas que rasgámos - podia ser o título de um poema - foram mesmo pequenos poemas, algumas prosas poéticas, mas todas repletas de amor e emoção. Recordações sem palavras, apenas sentidas com muita saudade.


publicado por velhoparafuso às 22:18

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