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Sábado, 16 de Julho de 2011

A intolerância

Nestas últimas décadas, a palavra tolerante e o seu contrário, são citadas de forma aleatória na escrita e no diálogo, com o sentido de produzir no leitor ou no ouvinte o efeito de aceitação, por parte do autor, das alterações a conceitos instituidos na nossa sociedade. E quando alguém diz, simplesmente, que é tolerante ou seja, que quer aceitar as novas ideias, pessoas diferentes e situações que alteram a forma de viver a que está habituado, a palavra "tolerante" não está bem aplicada. Basta analisá-la. O seu significado não é nem concordância nem aceitação, mas algo que se aceita por pena, comiseração ou até obrigação. Tolerar não é estar dentro do processo em que a situação se desenrola. mas apenas observá-lo de fora, vivendo o preconceito que se diz não possuir. É como um olhar de cima para baixo, de superior para inferior, de mais para menos. Tolero que aquilo exista, porque não posso impedi-lo de existir. Todos querem aceitar tudo, por comodismo ou por oportunismo mas, por amor à sua Verdade, não digam que são tolerantes, pois o sentido da palavra distorce a ideia que querem passar de si. 


publicado por velhoparafuso às 15:46

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Terça-feira, 12 de Julho de 2011

Apenas escrever

Do mundo das ideias recebo mensagens que não poderei transmitir. Ou por inépcia ou por ignorância ou, talvez, porque não as sei interpretar. Assim vai a minha noção de vida...não a entendendo. Parece estranho, para quem não tenta contactar o seu mundo interior. Mas felizmente, já existe muita gente que procura dentro de si a chave que nos ligará ao Universo e ao retorno a Casa. O facto de nos movermos como matéria e como tal nos reconhecermos, não invalida a certeza de sermos muito mais do que a maioria dos humanos pensa. Se todos soubessem procurar o seu EU verdadeiro e nele acreditassem, talvez o destino desta civilização pudesse ser alterado. Vou vibrando dentro da minha capacidade de escolha, para usar a inteligência com ética e alguma sabedoria.


publicado por velhoparafuso às 15:06

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Horas mortas

Este idioma em que vivo, cujo formato pode ser modificado por cada falante e é sempre entendido por todos, tem nele toda a poesia do mundo.  As suas raízes dão a volta à terra, presumindo-se que a sua estrutura foi concebida pelo vento que passa. Tem os sons do mar que nos cerca, das folhas secas que, no outono, são tapetes macios nas nossas avenidas. E tem a doce palavra Amor, a doce e especial palavra saudade, que não tem tradução possivel, tal como o sentimento que simboliza. Ao ler poesia pode entender-se o espírito português, sensível e ao mesmo tempo criativo e aventureiro. Estas observaçôes de hoje, são apenas resultado de breves leituras de trechos de Fernando Pessoa, que em dias "não" me ajudam a viver.


publicado por velhoparafuso às 15:03

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