.posts recentes

. É só domingo

. Passear comigo

. Abre e vê

. Hábito ou necessidade

. Lágrimas

. Calor e coração

. ...

. Manhã de nada

. ...

. Ignorante

.arquivos

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Julho 2010

. Maio 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

Quinta-feira, 30 de Janeiro de 2014

A presença e só...

Há muito tempo que não escrevo. Os dias, cheios de pequenas tarefas cosidas à preguiça e às horas de sono, derretem-se e vão para o passado. Um pouco de leitura, dois dedos de conversa, a busca de projetos que segurem a saúde mental e mais que se invente para homenagear a vida que estou vivendo. O coração vai batendo, protegido por exames médicos e moléculas de vários elementos que permitem respirar, amar e redigir estas palavras. Assim, o futuro é a hora de jantar e pouco mais. O logo é agora. Porque me encanto com as palavras? 


publicado por velhoparafuso às 18:29

link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito
|

Terça-feira, 21 de Janeiro de 2014

Alguém desconhecido

Quando nos enfrentamos a nós próprios, uma pessoa que não conhecemos, um enervante estranho com quem vivemos durante todo tempo, mas que,na realidade, nunca quisemos conhecer, ficamos perante um vazio imenso. Então apoiamo-nos na nossa identidade pessoal, única e separada, sustentada pela nossa família, o nosso nome e por aí adiante. È nesse apoio frágil e transitório que confiamos a nossa segurança. Então, quando nos levarem tudo isso, faremos alguma ideia de quem na verdade somos? Mas nem sabendo isto, todo o tempo é gasto com barulho e atividades, por muito aborrecidos e triviais que sejam, para garantir que nunca ficaremos em silêncio na companhia do estranho em nós mesmo. E assim vivemos nesta aparência, longe da verdade suprema. Aquele encontro marcado aquando o primeiro choro e de que não temos conhecimento. Não nos ensinam que não somos daqui, que não somos separados e que não somos este corpo que nos conduz pelas estradas da Vida. Por isso o mêdo, por isso a dor de ter de partir. Para todos uma tábua de salvação: a certeza de que o Espírito é a nossa verdadeira Casa, onde sempre se vive em Amor.


publicado por velhoparafuso às 17:42

link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|

Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2014

Palavas leva-as o vento

Estes dias pequenos iludem o viver neles. Logo noite, logo sono, logo ceia e logo dormir. Parece que o sol se esqueceu de nós. O dia nublado põe o horizonte mais próximo e as nuvens pesam em nossos ombros. Ficamos apertados. Apetece chorar. Mas o inverno, como tudo na vida, passa. E assim, quando chegar a primavera, respiraremos melhor. Mas aí. teremos novos motivos de queixas, todos os anos repetidas. Porque chove e já não devia chover, porque o vento solta os pós e chegam as alergias e tantas mais manifestações da nossa ignorância colectiva. Afinal também estou dentro desta sombra ao escrever pensamentos que a ninguém interessam. Quem me ler que perdoe. Fica para outro dia um texto mais útil.


publicado por velhoparafuso às 17:34

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Eu, Ano Novo

O ano que até ao fim vivi, devorou-me. Ou só me levou consigo? E para onde? De mim o que ficou? Serei eu completa? Ou apenas modificada? Nestas noites, sem sonhos nem pílulas para dormir, retornei à saúde e ao riso do passado. Imagino-me ante um mar azul, sentada numa cadeira de praia, a gozar o verão que há-de vir. E eu com êle, porque não senti o sol do verão que foi. E tenho saudades. O futuro que imagino, ter-me-à inteira, de novo. Estou lutando por isso.


publicado por velhoparafuso às 16:40

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Setembro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
12
13
15
16

18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


.tags

. todas as tags

.favorito

. Maratonistas

. o que acontece?

. Ida e volta

.Fazer olhinhos

blogs SAPO

.subscrever feeds