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Segunda-feira, 29 de Maio de 2017

Alcobaça

 Naquele tempo, viviamos num tempo dentro de um tempo vagaroso, limitado e certo, cheio de dias e de noites com silêncios, os meses bem divididos em estações, as roupas a condizer, tudo repetido, enfim. Voltei ao ano de 1950. O vestido era azul com bolas brancas, a bainha era de renda tricotada. De férias em Alcobaça, fomos os quatro passear até ao rio. A paisagem era linda e serena. Lembro os cisnes no lago e as doces presenças daqueles que ainda olhavam por nós. As fotos provam ainda como tudo foi natural. Não é possivel comparar nem quero. Os meus vinte anos gravaram a sua visão do tal tempo dentro de um tempo vivido ao ritmo dos nossos pensamentos e ambições. Hoje, perto dos noventa, apenas sei que o vestido existiu.


publicado por velhoparafuso às 18:35

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Sexta-feira, 19 de Maio de 2017

A circunstância

No silêncio do meu bem estar, premaneço. Vozes dentro e fora de quando em quando. A noção de tarefas por cumprir, comparada com o tempo em que as mesmas eram completas em poucas horas. A ausência de forças para sair do casúlo onde me completo. Uma breve sonolência me tira o esforço. Penso em escrever sobre a velhice, mas desisto para não entrar na "floresta" e perder-me. Os novos beijam e abraçam o aspeto. O médico jovem e afável, é o primeiro a juntar doença com o tempo vivido, tornando a consulta numa trágica comédia para enganar o "cigano", cuja vida, somando três vezes a dele, apenas ri para fazer coro. E cada dia é outra novidade. Assim, temos de caminhar juntos, uns mais lúcidos do que outros, olhando-nos ao espelho de cada um e de todos. E rindo, como se nada fosse. Como se ela, a da foice, não estivesse ali, ombro a ombro, rindo connosco. 


publicado por velhoparafuso às 11:23

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Segunda-feira, 8 de Maio de 2017

O que me falta

Quando penso que penso certo, aparecem-me tantas dúvidas que desisto de pensar. É parvoice minha tentar encontrar alguma lógica entre o racional e o emotivo. Até por saber como é impossivel decifrar com palavras os próprios sentimentos e que portanto a lógica e o racional são cartas fora do baralho se ousarmos meter tudo no mesmo saco. Todo este preâmbulo serve para explicar de mim para mim (sem lógica alguma) porque sinto mágoa e um vazio tremendo na minha vida. Racionalmente tudo está  como deve estar e assim devo aceitar o que é. Mas há gitos e choros no mesmo espaço da razão. E muitas dúvidas tecidas com a ângustia de ser eu, tão pequeno e inútil, quando queria ser um Eu, ligado ao Ser. Procurando O caminho em lágrimas e fome, vou respirando os meus dias.


publicado por velhoparafuso às 18:39

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