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Domingo, 26 de Novembro de 2017

A carta sem resposta

Quando se escreviam cartas e a hora da chegada do carteiro era tida como sagrada, havia uma grande proximidade entre as pessoas. Porque escreviam com saudade e a resposta era sempre de gratidão e ou de necessidade. Hoje parece uma forma idiota de viver pois usam as mensagens e o correio eletrónico para dizer o mesmo que eu disse e escrevi. Não conhecem o sentimento contido ao rasgar o envelope nem o prazer em sentir o papel, com textura e perfume. E traziam flores secas e beijos e palavras doces que falavam de amor e de saudade. Era mais humano. mais ardente. Imagino como seria ler uma mensagem do tamanho das muitas que escrevi, apaixonada e saudosa do meu amor. Acho que a ferramenta agora usada pegaria fogo.

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publicado por velhoparafuso às 15:35

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2 comentários:
De Carlos a 29 de Novembro de 2017 às 10:46
Um blog que começou mais ao menos aquando do meu primeiro! Quer dizer, o meu primeiro foi em Dezembro de 2006. Infelizmente eliminei-o.
Desde então criei outros e apaguei-os, mas fico feliz por descobrir um resistente! E o melhor, ler textos com conteúdo.
Muitos existem que mais não são do que palha.
Um beijinho e parabéns pela tua persistência!


De nada acontece por acaso a 29 de Novembro de 2017 às 13:17
Que boas memórias me trouxe este seu post. Bem me lembro de saber até a que horas vinha o carteiro, de correr escada abaixo para ir ver se na caixa teria colocado aquela resposta tão desejada ;).
Lembro-me também de comprar, na papelaria lá da rua (não havia cá as grandes superfícies que tudo vendem), o papel de carta perfumado com envelope a condizer.


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