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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2017

Amar o Amor

  Um campo de alfazema, uma planicíe sem fim, de cor lilás ao sol da manhã. No meu sonho era o meu lugar. Então vi-Te, Yeshua. Não sei pronunciar o Teu nome antigo mas sei dizê-lo no meu coraçâo. Nunca escrevi tal palavra, agora copiada do texto de um escritor americano que vive em Portugal. E a memória trouxe-me o sonho da Tua primeira chamada. Enquanto eu dormia e morava no campo de alfazema, entraste no meu sono e lá implantaste o sonho que me levou a Ti. Ergueste a mão direita num movimento de chamar e eu não entedi porque estava no sono. Anos depois voltaste. Continuei na minha vidinha adormecida, apenas um pouco mais desperta. E não voltei a ver-te nem Te procurei. Yeshua, li-te onde não esperava e em segundos estavas de novo comigo. Agora abstração sem campo de alfazema. Tenho de pensar sobre sobre nós para Te entender em mim. Talvez eu ame o Amor e não saiba como fazê-lo viver entre nós.


publicado por velhoparafuso às 17:43

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