.posts recentes

. Ignorante

. Falar de quê?

. As sombras

. O poder da vontade

. Apenas imaginar

. As festas

. As casas

. Alcobaça

. A circunstância

. O que me falta

.arquivos

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Julho 2010

. Maio 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

Quinta-feira, 8 de Junho de 2017

As casas

  Ao terminar a leitura de um livro de José Agualusa, liguei-me. por sugestão talvez, a acontecimentos passados e a outros atuais, que pareceram cenas escritas por mim num livro feito do tempo em que os vivi.  As chaves da primeira casa, foram-me entregues por uma velha Senhora, proprietária e digna da letra maíuscula na palavra em que a defino .Cinquenta anos depois devolvi, pelo correio as mesmas chaves a gente desconhecida, por não haver já quem habitasse a casa. A dor foi enorme mas abri aquela porta e também a fechei. A outra casa foi um sonho de liberdade, onde realizei tudo que me foi possivel. E também fui eu que abri e fechei a porta, quarenta anos depois. Quanto de nós fica naqueles espaços ... Apenas paredes, janelas como olhos vazios a olhar as ruas. Hábitos, vozes, amores, ilusões. Tudo conjugado em dramas pessoais com horas de verdadeira felicidade Para contar e descrever cada casa terei de escrever um livro, um dia.


publicado por velhoparafuso às 17:36

link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Julho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


.tags

. todas as tags

.favorito

. Maratonistas

. o que acontece?

. Ida e volta

.Fazer olhinhos

blogs SAPO

.subscrever feeds