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Sexta-feira, 15 de Julho de 2016

Carta ao Céu

Em que mundo me deixaste, Mãe. Tu pouco soubeste dos horroros que se viveram nesses anos e que íamos sabendo através das notícias que a telefonia (era assim o nome do objeto falante) espalhava pelo país. Tu sabias das dificuldades que tentavas superar e já era muitissimo. Mas eu sempre quis saber mais, o que me faz ver hoje que a guerra nunca acabou. Mudou de rosto, sim. Cinicamente quem pede a paz vende as armas, quem pede a misericórdia para todos retem o dinheiro que alimentará as lutas fraticidas. Os mais pobres não têm voz para decidir o seu caminho. A fome está generalizada e o mundo que não come é, para nós que comemos à farta, uma questão semântica. Oh Mãe, vê se sabes onde estou e chama por mim. Pois eu nada fiz para alterar a dor que cresce à minha volta.Quando jovem pensei mudar o mundo, como todos os jovens pensam. Mas porque não há forças nem conhecimento para tal?. Porquê?


publicado por velhoparafuso às 17:54

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1 comentário:
De Teresa a 18 de Julho de 2016 às 19:57
Uma carta que é como prece, um apelo à Mãe. Também me pergunto muitas vezes se quem parte leva alguma memória dos que cá ficam e a quem tanto amaram. Só saberemos, ou não, quando chegar a nossa vez. Talvez a eternidade seja mais feliz com o total desconhecimento da vida terrena.
Gostei muito desta "Carta ao Céu".
Abraço.
Teresa


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