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Terça-feira, 8 de Setembro de 2015

Nas voltas do vento

Dia de quase outono. Cantam as cigarras. A sombra dos pinheiros divide ao meio o verde da relva. O vento que empurra. afasta e levanta, ficou no seu berço gigante, longe, muito longe, talvez em lugar nenhum. As diferencas entre os ares quente e frio, hoje não existem, deixando que a calmaria se manifeste. É assim a nossa casa azul, onde as leis termodinâmicas regem cada segundo. Quem são os sábios deste tempo? Onde estão os poetas que nos emocionam? Que filosofos usam o pensamento a fim abrir caminhos aos que querem saber pensar? Estarão ocultos ou eu não sei reconhece-los? Pois não sei. Quem sabe das voltas do vento?


publicado por velhoparafuso às 18:08

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