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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2017

O meu dia impossivel

Há vinte anos não desejava viver até 2017. Porque seria muito velha, porque um seria alguém sem saber de si, dependente e triste. Este ano nem sequer era viável no meu futuro. Era um número sem tempo, porque eu já não era. Mas a vida decide tudo e como diz o povo, dá muitas voltas. E cá estou, átiva e lúcida, com energia suficiente para pensar e fazer coisas novas em cada dia. Alimento-me de quem me rodeia, da família do coração e dos amigos e de todos os outros que me estão próximos no dia a dia. Para além de tudo, sinto em mim algo maior que me ampara. A gratidão faz parte de tudo quanto recebo. E esse sentimento enche de alegria cada hora vivida. Estes desabafos não interessam a ninguém, é como entrar num diário secreto, escrito num livro atado com uma fitinha vermelha. Como quando era criança e não sabia o que era a velhice. Agora, que penso na morte, no tempo longo que vivi e no tempo curto que me resta, escrevo palavras para compor a sensação de estar aqui.


publicado por velhoparafuso às 17:46

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2 comentários:
De Anónimo a 12 de Fevereiro de 2017 às 21:47
Eunice, gostei muito do seu post. Beijinho grande. Envio email. Isabel Q


De Teresa a 19 de Fevereiro de 2017 às 17:12
A vida longa, com capacidade para ser apreciada, é um privilégio que só é concedido a alguns. A minha amiga tem uma atitude benéfica perante a vida e procura, com inteligência e sensibilidade, viver cada dia. Que seja assim por mais algum tempo (o máximo possível), para alegria dos seus amigos e das pessoas a quem ajuda, em todos os sentidos.
Beijo.
Teresa


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