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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2015

Quando o passado se revive

Esta mania de escrever causa uma ansiedade muito negativa. Porque me vejo perante situações  dificeis de explicar, mesmo não tendo  explicações a dar a quem me ler. Se falo de mim, sou narcisista, se falo de alguém sou invejosa, se falo da sociedade em geral, falo do que não sei e por aí fora. Poderia talvez, escrever sobre flores mas só quero lembrar o enorme ramo de violetas que me ofereceste, vindo do Porto. Ainda hoje tenho o perfume na memória e também lembro o espanto das pessoas que viram as violetas em tão grande quantidade. Assim posso escrever sobre nós porque tu não és criticavel nem visivel. Sabias como eu amo aquela pequena flor, pelo perfume, pela cor, pela raridade. E vieste do Porto com um ramo enorme, comprado no mercado do Bulhão. Quando vou á minha gaveta das boas memórias encontro sempre provas de amor. Que fortuna pode pagar isto? Nem todos os bancos dos ricos do mundo poderiam comprar a minha gavetinha, repleta de muitas flores e de tudo que recebi.


publicado por velhoparafuso às 17:11

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1 comentário:
De Anónimo a 20 de Dezembro de 2015 às 00:11
Que bonito texto! Que comovente! E ser feliz por poder recordar e reviver esse gesto de amor. Que bom! Até a mim me soube bem... Bom Natal, com boa saúde e um 2016 cheio de esperança. Com muito carinho um beijinho grande. Isabel Q


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