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Quinta-feira, 7 de Julho de 2016

Uma família feliz em 2014

À mesa do café. Atenta à conversa entre dois homens, talvez amigos, sobre os novos conceitos de trabalho ou emprego, a forma como se constituem as famílias, a irresponsabilidade perante os filhos que são de outras famílias e se juntam às nossas, etc, etc. Ao ouvi-los, ía pensando como era possivel viver e ser feliz naquele ambiente inseguro em que só o dia de hoje contava. O homem mais novo, cerca de 40 anos, descrevia a sua família com alguma mágoa, dando a entender falhas na comunicação com a atual companheira. E do que ouvi e compreendi nasce este texto, que escrevo com apreensão quanto ao futuro. Que sociedades estaremos a construir, que valores e que sentimentos se manifestarão nas crianças, homens de amanhã? O homem que mais falou, trabalhava como professor de ténis, a "namorada" representava uma marca de joias e de perfumes. Eram bem pagos mas nem sempre. Ele tinha dois filhos de outra relação, ela tinha também uma filha e tinham em comum uma menina de dois ou tres anos. Eram quatro crianças e uma sem pai e dois sem mãe. Havia queixas e incompreensões. Choros e risos que toda a juventude tem. Quando se despediram o homem mais velho disse alto: aguenta isso que para cabeçadas já chega. Eu concordo.


publicado por velhoparafuso às 18:40

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1 comentário:
De teresa a 18 de Julho de 2016 às 19:50
Casos como o que descreve são, como se costuma dizer, "o pão nosso de cada dia". Realmente é perturbador pensar como serão os homens de amanhã, já que serão estas crianças que sofreram e sofrem tantas separações.
Tenho fé que o mundo se transforme para melhor, o que, segundo penso, será depois de muito sofrimento. Estamos a ver isso, todos os dias.
Um grande abraço.
Teresa


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