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Terça-feira, 19 de Junho de 2018

Menos calor, mais coração

Estou no telhado de telhas vermelhas. Imagino os horizontes até ao mar. Há asas que me levam ou olhares desviantes para não perder o rumo. Que rumo? Qual será a pérgola com rosas trepadeiras que eu vou escolher? Vou à toa, criança perdida na sabedoria da Vida, esperando o Amor prometido desde o princípio dos Tempos. Tudo palavras néscias que em nada esclarecem o que é notável. Tudo que fica por dizer e que a alma contém. Tanto por ela guardado, enquanto o silêncio se faz ouvir. Quem dera saber interpretar o canto do silêncio sobre as águas ou sobre um coração pulsando. Que dizer do que se está vivendo, sabendo que a mudança vem sem aviso? Do telhdo vejo a vida vivida e tudo por viver ainda. As escolhas de cada hora, a fantasia usada como máscara, todas as decisões com consequências, tudo serve para viver calma e sem medo. Estou em lugar alto, de telhas vermelhas....


publicado por velhoparafuso às 15:14

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Domingo, 17 de Junho de 2018

E o céu é mesmo azul...

Verão no jardim. Crianças correndo com bola e gritos de alegria. Hoje estive adoentada, a respirar mal. A pressão aterial subiu muito e cada dia fico mais cansada. Os batimentos cardíacos são lentos e qualquer esforço provoca maior aceleração neste "pobre coitado". Posso escrever, ler, desenhar, tudo coisas boas para a vida.  Mas arrumar uma gaveta, andar por aí em passeio e até tomar duche, deixam-me um caco, sem ar para continuar a tarefa. O coração sabiamente remendado, já teve mais cinco anos de vida neste plano por isso é natural esta fraqueza. Ficarei sentada ou deitada até ter consulta de cardeologista? Pelo menos uso o prazer de fazer coisas agradáveis e sentir a alegria de viver aqui.


publicado por velhoparafuso às 18:22

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Terça-feira, 12 de Junho de 2018

A bengala

Naquela idade da vida em que a velhice era uma miragem, a eterna juventude era uma certeza sem discussão. Os dias de estudos conjugados com as leviandades não deixavam nem tempo para olhar à volta, mesmo dentro das famílias. Até que um dia a verdade cruel e ao mesmo tempo magnifica, surge à nossa frente. Os nossos pais, os avós, os vizinhos, toda a gente, começam a envelhecer e a partir. Toca o alarme dentro de cada coração. Vai chegar a minha vez ou talvez já tenha chegado. Estou a falar de quando vivi num mundo irreal, cheio de mim. Este ano de 2018 tenho perdido capacidades físicas e alguma auto-confiança. Escrevo para celebrisar o uso da begala, o equilibrio do outro equilibrio que se está gastando.


publicado por velhoparafuso às 17:36

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Quinta-feira, 7 de Junho de 2018

Chuva de verão

O éco das minhas horas é sentido nas noites sem sono, nos dias vazios, no coração sem pressa de viver. É sentido quando viajo em mim, criando lugares, cores e até sons que trazem ideias nunca pensáveis em palavras. O éco é aquela vózinha falante que diz coisas no silêncio da alma, quando queremos estar sós. A tentar meditar ouço e domino a respiração, criando assim uma bolha de luz onde me abrigo. Aí no tal silêncio, sem mim/ego e sem mim/matéria, julgo-me fora do tempo que me está engolindo. È lá que está o éco das horas que vou vivendo. Ouço os pingos da chuva na janela e não quero ouvi-los. Porque eles me dão tristeza.            


publicado por velhoparafuso às 18:02

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Terça-feira, 5 de Junho de 2018

Tempo frio, que verão?

Até a roupa que visto parece desbotada. Lavada e dobrada tem ar de ser usada há quase duas décadas. A primavera foi meio inverno e o mês das noites quentes e das festas, está húmido e frio. A areia dourada, cheia de gente, é uma fantasia. Cada dia é esperança de calor, sem vento, corpinho ao sol e alegria de viver. Mas engano.Tudo igual, tudo triste. O Sol está encoberto com nuvens de alguma chuva. E eu aqui a sonhar que valho as palavras que escrevo...


publicado por velhoparafuso às 18:02

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Flores do pensamento

Preciso de um poema,

de juntar as palavras.

Preciso de Ti, como de água fresca

que traga sentido

ao que vou pensando.

De ver no jardim a onda do mar.

De sentir Tua mão encostada

ao peito, daquele geito

que só a Mãe tem.

Preciso de um poema

que me eleve ao cume.

Que me deixes nas ondas

daquele Teu mar,

que me leve a Casa

para descansar.

Preciso de palavras

de todas as vidas,

escrever um poema

que julgasse meu

e me devolvesse

as horas esquecidas.

Esta dor no peito,

devolvoTe o céu.

 

 


publicado por velhoparafuso às 17:33

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Terça-feira, 29 de Maio de 2018

ai coração...

Fico tão cansada quando faço um pequeno esforço que logo penso no fim desta longa etapa. O batimento cardiaco é inferior ao normal, que é acima de sessenta. Chego a ter quarenta e sete. Assim pouco ando, pouco falo e muito penso, muito escrevo, leio e pouco mais.  Assim vou normalisando a vida, como posso e quando posso. Mas é com alegria que estou aqui, rodeada de cuidados, gestos amorosos, conforto total. Quem me dera que todos os velhos tivessem metade do que eu tenho. Seriamos todos gente feliz. Mas não pensamos de forma a que isso aconteça e são os pensamentos que criam as obras. Mais não cabe aqui dizê-lo. Ai coração....


publicado por velhoparafuso às 16:21

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Sexta-feira, 25 de Maio de 2018

Viver com ....

  Como é viver com os pés na terra e a cabeça no céu? Tem horas difíceis, quando se confundem as ideias e até as pessoas com quem se está. Basta uma palavra que caia para um dos lados para alterar o discurso. Parece aleatório, falar disto ou daquilo em tons despreocupados. Mas os assuntos são, por vezes, socialmente sérios. Respeitar o outro ou até amá-lo, leva-me a entrar no meu céu e a falar linguagens deconhecidas de muitos. Entre todos há muitos pontos comuns mas as diferenças são evidentes quando é motivado o dinheiro como regente de vidas. As viagens, as posses, os apelidos, etc, etc, e a evidente indiferença perante situações opostas, levam-me a tentar uma alteração no preconceito social que nem sempre é compreendido. Aqui me perco, no chão ou na nuvem? Vale o silêncio, sempre em silêncio. 


publicado por velhoparafuso às 18:34

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Quarta-feira, 23 de Maio de 2018

Insónia

Tenho sono mas estou à espera de dormir. Enquanto penso nisto e naquilo surgem as palavras com ideias. E vou compodo as frases, decoradas até hoje. Palavras e sons dentro de mim, cheios de ontem, muitos ontens, com tanta gente sem nome mas ainda com rosto, vultos que se movem.

Quero um vestido colorido.

Olhar o espelho como olhei outrora.

Sentir na boca o beijo consentido,

nossas mãos juntas como quem ora.

Cruzar a perna, o vestido ao vento,

mostrar o salto alto,

a vaidade explodindo,

enquanto a mocidade

se ilude, exibindo.

Quero o mar em mim.

Quero o impossivel no sono

que tenho.

Viverei amanhã?

A Vida é um sonho e eu vivo este sonho.

 

 

 


publicado por velhoparafuso às 15:46

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Domingo, 6 de Maio de 2018

MÃE

Saudade é cheiro, tato, abraço. Saudade é querer viver o que foi e como foi. Saudade define tudo, desde a alegria à tristeza. Saudade é magia que a lembrança devolve depois das lágrimas encherem o coração. A saudade é tudo que tenho para encher os meus dias, quando a tua falta me torna criança. Esta criança que guardo em mim e que sente o teu abraço protetor. Saudade também pode ser um sentimento que nos confunde se não soubermos amar a Vida como um processo que não tem fim. Pela estrada do Amor te encontrarei, MÃE.


publicado por velhoparafuso às 18:13

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