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Terça-feira, 30 de Junho de 2020

O que foi e o que é

Do querer, do saber até fazer há muito tempo em distância e também em diferença. É como gatinhar para traz até ao muro que impede a viagem. Isto para dizer que hoje a decisão é lenta, o conhecimento é antigo e a ação é indecisa. Entre mim agora e o que foi de mim, não vejo analogia quando me quero comparar. Desde o andar vacilante à forma como me amparo, sem falar na psicologia que engloba o dia a dia, tudo é distância entre o que foi e o que é. Olho os olhos e neles nada vejo de mim. Talvez a Vida me queira dar a conformação necessária para uma partida calma e conformada. Assim seja.


publicado por velhoparafuso às 17:25

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Domingo, 28 de Junho de 2020

Ver o vento da janela

As palmeiras dão vida ao vento. Assim o vejo passar enquanto dentro de mim idealizo imagens de outros ventos. Sobre o mar, sobre a areia, sobre as montanhas, sobre tudo o que vi nesta longa vida. O leva e traz tudo que a natureza nos proporciona, de bom e de mau. Aqui há ideias diferentes sobre o que pode ser mau ou bom. Mas eu admiro o vento. Pelo que me faz sentir e pela sua força. Afinal tudo pode útil conforme o nosso entendimento. Escrevo textos inuteis para me sentir viva e átiva. O ar em movimento e as palmeiras do jardim.


publicado por velhoparafuso às 18:53

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Domingo, 21 de Junho de 2020

O prazer da escrita

Nestas décadas de vida li milhares de livros. Muitos influenciaram o modo de pensar e de ver a humanidade e todos me deram horas de concentração e aprendisagem. Usar as palavras e abrir caminhos de raciocínio tornou-se um prazer íntimo e que gozo sempre que posso. Escrevo por escrever, como quem brinca com uma bola. Se fugir a bola ou melhor o assunto,  se faltarem as palavras adequadas, acaba-se o texto. Acaba-se a brincadeira. Volto amanhã.


publicado por velhoparafuso às 14:54

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Sexta-feira, 19 de Junho de 2020

O Atlântico também nos une

A Vida deu-me muitos afetos. Aqui e ali surgiram pessoas com corações preperados para amar. Se por muito tempo ou pouco isso não conta. Encontramos e unimos nossas vidas com a alegria da novidade e da aventura. Depois há uma continuidade afetuosa que nos alimenta a alma. Alguns afastam-se por necessidade, vergonha, receio, etc. Outros simplesmente desaparecem. Qualquer pretesto serve. Mas eu mantenho a ligação emocional porque sim,  só porque sim. Sempre pronta a reatar, a saber e a aprender. Agora tenho uma neta, a Mariana, nascida no Brasil que eu tanto amo. Talvez tivesso vivido naquela parte da Terra, por isso o Brasil me diz muito. A neta, que ambas assumimos, tem o nome que eu escolheria para a filha que não tive. Já nos abraçamos e trocamos as palavras meigas do parentesco, nas visitas que dela recebi. Separam-nos quatro gerações, mas de algum lado veio este encontro, que me consola e orgulha nestes últimos tempos para viver.


publicado por velhoparafuso às 15:25

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Quinta-feira, 11 de Junho de 2020

Sair pela janela

Sem poder vadiar pelo meu espaço, que é grande, sinto-me detida entre quatro paredes para evitar que algo que mata e se chama vírus, entre em mim. Ridicula atitude perante uma força superior que nos domina. Esta arma invisivel que a natureza lançou sobre a humanidade tem o poder de levar todos que tenham a sua missão cumprida mais aqueles que ainda não tinham alcançado o pensamento de que a "Terra é feita de Céu". Fugir da morte? Fugir da dor? Fugir de mim? Com a janela aberta sobre o jardim posso sair e amar a relva, os melros e o vento que vem do mar. Ou ficar no meu lugar escrevendo tolices...


publicado por velhoparafuso às 17:35

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Domingo, 7 de Junho de 2020

Covid 19

Hoje fico presa no quarto, evitando o risco de contaminação do virús que a Natureza enviou à humanidade para que parasse de "matar" a Terra. O ar está respirável, o mar irá ter menos lixo e os homens estão reduzidos à sua insignificância, chorando os seus mortos. Há muitos anos que vários estudiosos previam algo que mudasse as vivências egoistas, com o dinheiro a comandar toda a sociedade, alterando valores éticos e de amor à Vida. O dia de amanhã é um sonho que, se sonhado, poderá ter uma outra gente.


publicado por velhoparafuso às 18:07

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Sexta-feira, 5 de Junho de 2020

A hora do futuro

Esperar é futuro. Adiar é futuro. Investir é futuro. Guardar é futuro.  E muito muito mais. Parece mas não é futuro, porque o futuro não existe. Em contraponto com a palavra passado e o seu significado é apenas o outro lado da moeda. Passado e futuro são projeções do nosso cérebro para nos situar no tempo que é o agora, o minuto que já passou e que foi vivido. É aqui que está a nossa presença enquanto seres conscientes, sabedores da vida em nós. Passado e futuro estão no Agora onde o tempo se unifica e tudo transforma. Viver é agora, fazer é agora, amar é agora. No agora de amanhã talvez não esteja presente para escrever outro texto sobre mim.


publicado por velhoparafuso às 18:19

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Domingo, 31 de Maio de 2020

O calor nos meus dias

Perco iniciativas para fazer algo que me obrigue a movimentar. Penso que vou arrumar, guardar roupa, modificar gavetas. Todos estes desejos se perdem com o calor. Quero dormir mas não consigo e por isso estou deprimida e triste. A temperatura desceu hoje e já estou mais eu. Há trinta anos, quando ainda trabalhava, estas sensações não me perturbavam perante o dever e a necessidade de trabalhar. Mas agora tudo é mais dificil. Os dias passam sem projetos, sem sair do mesmo lugar. Parece que me lamento mas nada disso. Estou a constatar a situação de velho, que queria ser novo e não pode. Riu de mim e dos outros que me acompanham neste palco, cujo pano vai cair em breve.


publicado por velhoparafuso às 18:35

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2020

Meia hora de vida

Há muitas maneiras de contar a mesma história, quer seja verdadeira ou inventada. A minha é verdadeira e conta-se assim: em taxi a caminho de casa, meia hora de viagem. O taxista iniciou a conversa falando da sua vida em Portugal, vindo do Brasil há anos. Casado com uma portuguesa e pai de filhos, descreveu dificuldades que eu  mal ouvi. Por fim dei um salto de susto quando o homem disse a frase - vim para Lisboa porque matei um homem. A medo perguntei se não tinha remorsos. Que não. Fora uma vingança, que jurara aos nove anos, quando o mesmo homem lhe matara o pai, ali, junto a ele. Brigas de terras, vizinhos em ódio, partilhando águas, partlhando caminhos. Cresceu e vinte anos depois, bilhete de avião comprado, despedidas feitas, decisão tomada, entrou na festa de anos do velho rodeado de filhos e netos e apontou a arma que deixou no chão da sala. Gritou porque o matava e ainda ouviu os gritos de dor. Sereno, guiando o taxi. Chorei em casa por mim e por ele e por medo de cada pessoa que por nós passa.


publicado por velhoparafuso às 17:54

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Domingo, 17 de Maio de 2020

Saudade de mim

A saudade acarinha a lembrança, dá-lhe o aconchego que a mantem presente na memória. A saudade é o berço que embala cada sentimento que compôe a lembrança. E cada lembrança pode ser alegre ou triste mas todas, todas são alimentadas pela saudade. Os motivos variam e por isso cada uma tem o seu valor. A saudade de mim nasce nesses valores que fizeram de mim gente com qualidades e defeitos próprios da minha condição. A viver um acontecimento extrordinário na história da humanidade, medito sobre a sua força,  sua magnitude e a sua origem. O mundo parou para a Terra convalescer do mal que estava sofrendo: o abuso dos humanos sobre o seu único Lar. Ignorantes, os homens foram tirando e matando por egoismo e ganância, sem respeitar e amar esta casa onde se nasce e se morre.


publicado por velhoparafuso às 18:19

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