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Sexta-feira, 17 de Maio de 2019

As cartas

 Só há pouco tempo soube que as nossas crianças não sabiam escrever uma carta. Mas alguém na escola as orientou e elas escreveram cartas simples mas bonitas, que foram entregues a pessoas como eu, para contacto. Fiquei contente e logo respondi. Já recebi novas cartas, agora escritas à mão, conforme meu pedido. Felizes, fazem muitas perguntas e  também pedem para nos conhecerem. Pedem retratos e muitas informações sobre a nossa idade. Vou responder a tudo e sugerir novas ideias. Eu poderei ser trisavó se elas quizerem, com o coração cheio de netos, bisnetos, etc. Até ao Brasil...


publicado por velhoparafuso às 18:09

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Quarta-feira, 8 de Maio de 2019

A chuva que falta

Estas pequenas gotas que correm no vidro da janela, lembram as grandes chuvadas que assisti, em pleno verão, pelo contraste entre a falta e o excesso. Abrigada, vi com temor a força das águas que invadiam as caves dos prédios, arrastavam carros e muito mais. Agora suspiro por uma nuvem que traga água suficiente para o jardim. A temperatura vai subir a 30 graus célcios no domingo e nem os pingos desta chuva fraca será sentida antes do dia 19. E com muito calor será dificil este  mês de Maio. Para mim, que tenho "saúde", vou aguentando... mas tantos doentes à minha volta precisando de atençâo e cuidados, estas alterações de tempo não ajudam à sua recuperação. O dia está triste e eu com ele.


publicado por velhoparafuso às 15:08

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Domingo, 28 de Abril de 2019

Falar ou apenas ouvir?

Começo a escrever sem assunto escolhido. Estou num deserto de ideias. Não há pontos cardeais, nada me guia. Porque não há sombras, porque não há luz. Assim me sinto perdida dentro da tristeza em que vivo hoje. Pode estar tudo bem fora de mim, mas dentro, naquele  espaço feito da vibração que me faz viver, parece existir um Big Bang energético, algo ainda desconhecido. E enquanto não escolho o que vai surgindo, ouço tudo e ouço nada, neste espanto que me altera. Sou rica de ideias, por isso me confundo. As palavras podem ser o trabalho desde que contenham projetos beneficiadores para todos em geral. Li o que escrevi, vazio e sem sentido, fruto deste estado de alma.


publicado por velhoparafuso às 14:49

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Terça-feira, 23 de Abril de 2019

Maria Cristiana

Enfim amiga, estás em Casa. A Casa que tanto imploraste quando a dor era maior do que o teu coração podia aguentar. Mas a Fé que sempre te amparou, manteve-se na hora da partida. A tua existência na Terra teve grandes amarguras. Guardavas tudo para ti mas por vezes, entre palavras sussurradas, ouvi tudo que eras capaz de dizer. Partiste com uma longa vida e muito amor que deste e recebeste. A Casa que é de todos será minha também. Só não sei quando!...


publicado por velhoparafuso às 15:07

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Sábado, 20 de Abril de 2019

A metade do céu

Com esta frase Mao Tsé Tung, no auge da sua loucura assassina, dividiu o céu entre homens e mulheres, ou seja, separou os humanos." A metade do céu "seria suportado pelo sexo fraco, como era apelidado, para servir o resto da humanidade. Este é o título dado a uma exposição de arte que se encontra no Museu Vieira da Silva, em Lisboa. Esta metade é uma totalidade, feita de mãe/filho,  filho/mãe. Somos todos, em qualquer latitude, unidos pelo amor nas nossas relações. Ao ler uma opinião na revista do Jornal Expresso sobre a exposição, guardei a frase pelo seu significado e pela beleza sugerida. De tudo construo poesia, de tudo tiro o belo para juntar palavras. Assim passam as horas.


publicado por velhoparafuso às 17:50

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Quarta-feira, 17 de Abril de 2019

Lágrimas

Este mês de Abril viu partir quatro residentes deste mundo fechado entre a morte e a vida. E até um trabalhador conceituado deixou este espaço. Para melhor, espero. Amargura para cada dia, até o tempo levar as lembranças que todos vão deixando. Alguns ficarão na memória, depois a memória é desfeita em mim.


publicado por velhoparafuso às 18:42

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Sábado, 6 de Abril de 2019

Comunicar, conversar e falar

Uma mesa redonda e cinco senhoras conversando. Havia um lugar e pedi licença para me sentar. Por uns segundos fez-se silêncio, mas logo as conversas continuaram. Procurei entrar no assunto. Logo me senti estranha porque havia vários assuntos cruzados e desiguais. Concentrei-me quando percebi que estavam a comentar uma notícia do dia que me interessava. Mas a pessoa que dava a notícia voltou-se para outra senhora e disse; "sabes que ele foi casado com ....... que é conhecida pelos vestidos do costureiro....... Ai já sei. Levou um vestido amarelo à festa no Porto." Outra entrou na conversa sobre algumas roupas, e assim por diante. O assunto que estava a ser analisado perdeu-se e eu desisti dele. Poucos minutos depois ouvir falar de sapatos, de viagens, ou apenas percebi vozes com exclamações. Dei as boas tardes delicadamente e deixei o lugar que afinal não era meu.


publicado por velhoparafuso às 14:31

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Sexta-feira, 5 de Abril de 2019

Contar e inventar

O dia amanheceu sereno e fresco. No ar puro, o canto dos pássaros era um hino à natureza.  À porta da velha casa a cadeira da avó estava no mesmo lugar. Era aí que eu esperava a minha neta Maria, para a ajudar na sagrada hora de deixar a vida terrena. Ela já está ao meu lado, amparada no velho cajado que eu usei. Está velha, coitada, depois de uma vida de trabalho e poucos recursos. Sempre nos entendemos bem e eu pude sugerir-lhe bons pensamentos que ela aceitou com amor. Por isso, sua vida foi mais calma que a dos irmãos, todos com o coração fechado aos mistérios que nos cercam. Quando ela se sentar, abraça-la-ei e assim faremos a transformação para a Vida futura. Eu, no meu corpo energético, fui convocada pelo Espírito Superior para cuidar da minha família de Almas, quando regressem a Casa. Com igual Amor entre todas, combinaremos os projetos que farão das futuras encarnações as possiveis tarefas  que nos estão destinadas. A palavra destino comporta a fé, a esperança e a caridade de que toda a Humanidade é ávida, logo que entra na Terra. 


publicado por velhoparafuso às 11:07

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Segunda-feira, 1 de Abril de 2019

2019

E cheguei a este ponto.

Nesta toada que canto

sem ter as palavras certas.

E cheguei a este ponto.

Falo do inverno que foi

e da chuva que não vem,

do vento, das flores que ficam,

quando o vento todas leva.

Falar do tempo que veio,

reinventar o inverno.

O mar sobe pela areia

e se o olho perco a fala.

E cheguei a este ponto.

De que vale dizer sim?

Ai minha mãe

quem me acode?

Caída no chão da vida,

choro por tudo e por nada.

Cheguei ao ponto de ser

uma criança perdida.

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publicado por velhoparafuso às 16:25

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Entender o quê?

As respostas que procuro estão nas aspirações, desejos e sonhos ainda por encontrar. Tudo se cruza como numa dança ao som de uma música audivel no meu pensamento. É a procura de Beleza, de que todos precisamos e de nos sentirmos parte de uma comunidade. A criatividade só é boa quando é uma experiência partilhada. Não importa o destino mas a viajem. A beleza é invisivel quando se trata de uma bela ideia. Aqui não se fala de estética mas de subestância. Ainda busco uma Atlântica que não existe.


publicado por velhoparafuso às 15:59

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