.posts recentes

. O sono e o texto

. Na hora do vento

. As pequenas alegrias

. Dentes voadores e angústi...

. A escrita

. A Honra

. Brincar de velho sendo ve...

. Leituras

. Ser inédito

. Amizades

.arquivos

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Julho 2010

. Maio 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

Terça-feira, 23 de Janeiro de 2018

Dependência

Se sinto frio tenho cobertas, se sinto dores tenho alivios, se necessito de algo tenho proteção. Porquê então a falta de mim, quando a carência é limitada ao querer viver? E viver é ser livre. É mobilidade, é decisão, é ter onde usar o corpo sem receios ou tropeços. Odeio pedir e a mão que estendo é à dependência que a velhice acarreta quer se queira ou não. Mas o amor à vida faz com que todos estes incomodos se tornem naturais e normais. Feitas as análises ao fim de cada dia, conclue-se que se passou bem, entre muitos como eu sou agora. Quero sempre estar grata pelo que me foi dado e pelo muito que foi adquirido. Mas não apago o peso do que recordo intensamente e não volto a sentir: o mar, o passear entre árvores e flores, solitária por entre a gente. Tudo foi maravilhoso quando errava sabendo o depois do erro, feliz por saber como é benéfica a mudança e a esperança de cada primavera. Morro de saudades de mim.


publicado por velhoparafuso às 15:56

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito (1)

Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018

Quando o tempo foi ontem

 Fizeste anos e almoçámos juntas, como era costume. Eu a alegrar-te, tu triste com a vida. Eu a saborear a comida, tu a sentires o desagrado da confeção. Sempre no oposto, muitas vezes trocando palavras que magoavam as duas. Mas tudo isto foi a vida que escolhemos para viver, responsaveis que todos somos peloas escolhas que fazemos. Hoje sofro por não ter conseguido fazer-te feliz. Sempre soube que tudo está em nós, o bom e o mau caminho, diariamente escolhido pela forma como vemos os outros e nos comportamos. Fiz o melhor nas nossas vidas que nem sempre foi o melhor para ti. Partiste e eu fiquei para te lembrar com saudade. Talvez estejas melhor agora, decidindo ou não o teu destino .Pelo menos, o nosso almoço de ontem decorreu em paz.


publicado por velhoparafuso às 15:19

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Terça-feira, 9 de Janeiro de 2018

A janela iluminada

Não tenho explicação para os sonhos que iluminam os meus sonos. Converso em idiomas estranhos, o mar é muito presente em cores maravilhosas, muitas sensações de liberdade e também de procura. Mas como não sei o que procuro, sofro a angústia de nada saber de mim. As cores dos sonhos são intensas bem como os ruídos. Vou esquecendo uns mais rápidos num sonho leve, mas guardo as cores do mar e algumas situações que vivi num mundo dificil de entender. Parece que estou fora deste tempo e talvez esteja, só não sei onde. Mas fico divertida quando acordo e relembro a minha doidice. Esta leva-me a desejar que a "janela iluminada" se abra para mim num futuro distante, embora eu saiba que o tempo só existe agora, aqui.


publicado por velhoparafuso às 19:02

link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2018

O canto da lágrima

Oh.minha Mãe, doi-me a alma.

Oh.minha Mãe, tudo doi.

Mesmo nesta vida calma

eu choro aquela que foi.

 

Oh. minha Mãe, que saudade.

Oh.minha Mãe, o que sou?

Do que fiz, a utilidade,

do que fui, o que ficou?

 

Oh. Mãe, se a Casa volto,

esquecida onde vivi.

E se para ela torno,

Guarda-me dentro de ti.


publicado por velhoparafuso às 11:31

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Outubro 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
12

14
16
17
18
19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


.tags

. todas as tags

.favorito

. Maratonistas

. o que acontece?

. Ida e volta

.Fazer olhinhos

blogs SAPO

.subscrever feeds