.posts recentes

. A carta

. O dia de todos os dias

. A amizade

. Dia sem sombras

. A solidão, o silêncio e e...

. Desenhos, costuras e mais...

. 2020

. Estes dias de amargura

. Quadras da vida

. Do meu mundo azul

.arquivos

. Novembro 2020

. Outubro 2020

. Setembro 2020

. Agosto 2020

. Julho 2020

. Junho 2020

. Maio 2020

. Abril 2020

. Março 2020

. Fevereiro 2020

. Janeiro 2020

. Dezembro 2019

. Novembro 2019

. Outubro 2019

. Setembro 2019

. Agosto 2019

. Julho 2019

. Junho 2019

. Maio 2019

. Abril 2019

. Março 2019

. Fevereiro 2019

. Janeiro 2019

. Dezembro 2018

. Novembro 2018

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Julho 2010

. Maio 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2020

O que já foi velho

Era no tempo em que o tempo estava esquecido. Os dias eram longos. O clima era quente. Era no tempo em que se crescia lentamente. Os pais mandavam, os avós mandavam. Os livros eram poucos e todos eram estudados. A caminho das escolas todos eram capazes de andar quilómetros para lá chegar. Eram parcos os transportes públicos e raros,  rarissimos, os particulares. E Lisboa era grande para pernas pequenas. As ambições eram poucas. Tudo se resumia em passar no exame, nas festas anuais, num presente útil e pouco mais. Nem havia informação e também não havia troca de ideias políticas. Os jornais eram lidos por pouca gente e eram caros para muitos. Entre o tempo em que o tempo não era lembrado e o agora, em que não sobra, há todo o tempo do mundo. E há uma força que nos esmaga contra o chão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


publicado por velhoparafuso às 18:19

link do post | comentar | favorito

Domingo, 16 de Fevereiro de 2020

Os dias pequenos

O céu está nublado e a noite está chegando. Com ela vem a dúvida e a  angústia. Também aparecem lembranças, como um filme antigo a passar sem controle. São registos de situações que julgava apagadas da memória e que regressam para as sofrer e anular. Às vezes até me divirto por não lembrar onde e quando aconteceram. Mas que doi, doi. Se ao menos tivesse a quem escrever uma carta! Escrita à mão, com os sentimentos à flor da pele e a certeza de que a resposta seria rápida e amorosa. Mas a vida é mudança. Tudo parece fácil quando não estamos perante os dilemas que vamos criando nas nossas mentes e os olhamos como externos. Eternos enganos. 


publicado por velhoparafuso às 18:18

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Terça-feira, 11 de Fevereiro de 2020

O peso da palavra

Há uma sensação de espanto perante os noventa anos mais os nove de gestação. Este coração remendado com o mesmo pano velho, continua no seu papel de bomba transportadora de um sangue ainda saudável. Mesmo com muitas fragilidades, não sou doente. Recupero de todas as mazelas para agradecer à Vida tudo que me é dado, mesmo sem pedir. Não tenho direitos porque a vida nada me exige. Dou o que posso e o que sinto de mim para fora de mim não é cobrável por ninguém. Mas dos outros muito recebo, mais de bem e também há dores, talvez imaginárias, em horas de triteza. Mas tudo se vai equilibrando até que chegue a justiça de todos nós.


publicado por velhoparafuso às 11:11

link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Novembro 2020

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
13
14

15
16
17
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30


.tags

. todas as tags

.favorito

. Maratonistas

. o que acontece?

. Ida e volta

blogs SAPO

.subscrever feeds