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Terça-feira, 21 de Janeiro de 2014

Alguém desconhecido

Quando nos enfrentamos a nós próprios, uma pessoa que não conhecemos, um enervante estranho com quem vivemos durante todo tempo, mas que,na realidade, nunca quisemos conhecer, ficamos perante um vazio imenso. Então apoiamo-nos na nossa identidade pessoal, única e separada, sustentada pela nossa família, o nosso nome e por aí adiante. È nesse apoio frágil e transitório que confiamos a nossa segurança. Então, quando nos levarem tudo isso, faremos alguma ideia de quem na verdade somos? Mas nem sabendo isto, todo o tempo é gasto com barulho e atividades, por muito aborrecidos e triviais que sejam, para garantir que nunca ficaremos em silêncio na companhia do estranho em nós mesmo. E assim vivemos nesta aparência, longe da verdade suprema. Aquele encontro marcado aquando o primeiro choro e de que não temos conhecimento. Não nos ensinam que não somos daqui, que não somos separados e que não somos este corpo que nos conduz pelas estradas da Vida. Por isso o mêdo, por isso a dor de ter de partir. Para todos uma tábua de salvação: a certeza de que o Espírito é a nossa verdadeira Casa, onde sempre se vive em Amor.


publicado por velhoparafuso às 17:42

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De Graça Pires a 21 de Janeiro de 2014 às 20:45
Gosto do que escreveu. A vida é de facto uma viagem. Mas também é bom aproveitar cada dia com a alegria possível sem nos levarmos muito a sério. Quando nos enfrentamos e podemos ver quanto é frágil a nossa identidade, sabemos também que a nossa vida foi e é o que as circunstâncias permitiram... O seu texto faz pensar. Obrigada por isso.
Um grande beijo.


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